14 abril 2015

Distrito Palma é base de pesquisa dos Pós-Graduandos do Brasil


O Engenho da Palma pode ser definido como um bem material, que possui significado e importância artística, cultural e documental para a sociedade. Este patrimônio foi construído ou produzido pelas sociedades passadas, por isso representam uma importante fonte de pesquisa e preservação cultural.

Durante a Semana Santa, o Engenho recebeu visitas diariamente. O patrimônio serviu como base de uma pesquisa para uma doutoranda da USP (Universidade de São Paulo).

Mas infelizmente esse bem material está indo a ruínas, devido ao seu mal conservamento e falta de manutenção.

Segundo a Pesquisadora da Educação Matemática, Francisca Eunice, já havia caído treze dezesseis avos do teto do salão principal do Engenho e com as chuvas de vento caídas nos últimos dias no Distrito Palma, mais de um dezesseis avos do teto do referido Engenho veio a desabar.

Com base nos estudos da pesquisadora, o último senhor a fazer moagem no engenho da Palma foi Assis Ageu em 1952.



2 comentários:

  1. Darci Teotonio de Medeiros15 de abril de 2015 às 11:48

    De acordo com meus conhecimentos, ao longo de meus quase 70 anos, não tenho nenhum registro que Assis Ageu tenha plantado um só pé de cana. Como ele fez a última moagem do engenho se nem na Palma ele morava naquela época. Assis era o dono das pescarias dos açudes da região. Está havendo enganos nas afirmações e nos históricos documentais realizados sobre a Palma de uma maneira geral, inclusive quanto a casa velha de Tia Moça que só passou para o domínio de Assis Ageu na década de 70 quando ele comprou aquelas terras, cuja casa veio encravada. Ela nunca foi casa de campo de ninguém. Na mesma época aconteceu com o engenho a mesma coisa.

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  2. Darci Teotonio de Medeiros15 de abril de 2015 às 12:08

    Aproveitando o espaço, gostaria de informar que enquanto Francisco Teotonio de Medeiros foi vivo, a manutenção do engenho sempre foi feito por ele, as suas custas, como também a manutenção da Parede do Açude e do sangradouro. Sempre acompanhado de Tio Pedro Januário, seu cunhado, o qual era quem dava manutenção total na casa de Tia Moça, mesmo após ela servir de residencia para Antonio Pedro, Antonio Rangel, Sebastião Queijeiro. etc. Tio Pedro sempre usou-a como ponto de apoio para o trato de seu gado e de Tia Bezinha, o qual era ele quem tomava conta existindo ali o seu curral. Durante todo esse período que tenho conhecimento, inclusive morei na Palma até 1968, quando fui estudar em Natal, porém, fazendo visitas com frequência, nunca tive conhecimentos desses atividades relatas na história da Palma. Está havendo injustiças com os verdadeiros responsáveis pela história.

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